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Constituição da Associação VectorB2B – Drug Developing – Associação para Investigação em Biotecnologia

2019-01-16
Constituição da Associação VectorB2B – Drug Developing – Associação para Investigação em Biotecnologia

Ontem, dia 15 de janeiro de 2019, foi assinada a constituição da Associação VectorB2B – Drug Developing – Associação para Investigação em Biotecnologia.

O Vector B2B resultou da iniciativa partilhada de sete entidades: o Laboratório Medinfar, S.A., a BEVAG, as Faculdades de Medicina, Farmácia e Medicina Veterinária da Universidade de Lisboa e a Universidade de Coimbra através do CNC.IBILI, sob coordenação da Technophage, S.A.

O Laboratório Colaborativo VectorB2B foi aprovado pela Comissão de Avaliação Internacional da Fundação para a Ciência e a Tecnologia (FCT). Este Laboratório será um “balcão único” para outras empresas e instituições académicas envolvidas na descoberta e desenvolvimento de medicamentos biológicos, fornecendo serviços altamente qualificados desde a bancada até ao doente (B2B). A VectorB2B, pretende reunir: (i) recursos humanos altamente qualificados em Portugal com conhecimento e experiência na descoberta e desenvolvimento de fármacos biológicos, (ii) poder instrumental em análises e ensaios metodológicos em farmacodinâmica e farmacocinética, e (iii) serviços transversais, como revisões sistemáticas, planeamento de projetos e avaliação de decisão estatística. Irá providenciar serviços especializados tais como screening de anticorpos, ensaios de eficácia in vitro e in vivo em áreas como a oftalmologia, oncologia, CNS, etc; serviços de desenvolvimento de processo e produção em GMP.

Os Laboratórios Colaborativos representam uma nova instituição de I&D criada em 2017 pela FCT e “têm como objetivo principal criar, direta e indiretamente, emprego qualificado e emprego científico em Portugal através da implementação de agendas de investigação e de inovação orientadas para a criação de valor económico e social.” devendo “(…) responder ao desafio da densificação do território nacional (…) através de uma crescente consolidação de formas de colaboração entre instituições de ciência, tecnologia e ensino superior e o tecido económico e social, designadamente as empresas, o sistema hospitalar e de saúde, as instituições de cultura e as organizações sociais.”